quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tudo se Acalmou


“Coragem! Sou Eu! Não tenham medo!” Então subiu no barco para junto deles, e o vento se acalmou. Marcos 6:50, 51

Na rota do dia, o inesperado: uma tempestade! Ansiedade, irritação, medo. A tempestade parecia estar além das forças dos discípulos e era daquelas que eles nunca tinham enfrentado antes. Jesus pôde ver os amigos lutando com os remos como nunca havia visto antes. Frustração, nervosismo. Que situação! Nesse momento de turbulência, Jesus Se aproxima deles.

Gostaríamos que nosso dia a dia não tivesse improvisos nem surpresas desagradáveis; que transcorresse dentro dos trilhos seguros da previsibilidade, sem exigir nenhum esforço extra. Nada que transtornasse nossa agenda.

É por isso que agendamos os itens um a um, todos os dias. Anotamos o que pretendemos fazer. Queremos nos convencer de que somos organizados, e de que tudo vai seguir seu ritmo normal, dentro da previsibilidade.

Mas, há dias... Isso mesmo. Aqueles... Parece que tudo conspirou para acontecer no mesmo dia. Atrasos. Pequenas irritações. As crianças não se arrumam a tempo para ir à escola. O carro quebra no meio do caminho, longe de qualquer tipo de socorro. A bateria do celular está descarregada e as ligações não se completam. O trânsito está difícil. Diante de tantos imprevistos, em pouco tempo você começa a priorizar e a refazer a agenda de tudo o que está pela frente.

O que fazer nesse momento de desorientação e impaciência? Espernear, xingar, gritar? O melhor mesmo é orar. Isso mesmo! Pedir que Deus nos oriente, nos dê calma, tranquilidade, nos ajude a administrar o inesperado e realizar o que precisa ser feito.

“A oração é a resposta para cada problema da vida. Ela nos põe em sintonia com a sabedoria divina, a qual sabe como ajustar cada coisa perfeitamente. Às vezes deixamos de orar em certas circunstâncias porque, a nosso ver, a situação é sem esperança. Mas nada é impossível com Deus. Nenhum problema é tão complexo que não possa ser solucionado, nenhuma relação humana tão tensa que Deus não possa trazê-la à reconciliação e a compreensão. Seja o que for que precisemos, se crermos em Deus, Ele há de suprir. Se alguma coisa nos causa preocupação ou ansiedade, paremos de propagá-la e confiemos em Deus por restauração e poder” (Ellen G. White, Review and Herald, 7 de outubro de 1865).

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